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terça-feira, 30 de novembro de 2010

sIMULADO - Química- 4-bi

Oi gente, to aqui pra postar o resumo de quimica, meu ultimo do ano. Pois é, esse ano passou rapido demais...
Não vou fazer um post enorme como o ultimo, também não vou agradecer ninguém hoje, mas vou dizer que já divulguei 4 blogs que estão ali ao lado --> e caso alguém mais queira mandar seu blog pra cá, eu coloco ele junto. Ai, sei que ando reclamando demais por causa do final do ano e bla bla bla, mas eu vou sentir falta de vocês :(
A enquete já deve ter terminado os dias(nem tive tempo de ver ela ali ainda) mas já to bem feliz que passaram de 400 pessoas que votaram, UHUUUUUL.
Ah, lembra que falei que postaria o meu msn aqui neh? quem quiser add( orkut aqui) e o msn é baierle_luiza@hotmail.com ,  esse é o novo, o velho não consigo mais aceitar ninguém, hihi.
 e então, química...


QUIMICA
  • Balanceamento das equações químicas
Na2O+H2O= 2NaOH
Tem dois Na antes do igual precisa ter dois Na após o sinal. Após balancear quantos são os elementos principais e depois conte os hidrogenios e oxigênios.

  • Classificação e tipos de reações
SINTESE: quando um único produto é obtido de vários reagentes
A+B=AB
DECOMPOSIÇÃO: quando dois ou mais produtos são obtidos de um único reagente.
CacO3-> Cão+ CO2
SIMPLES TROCA OU DESLOCAMENTO
Cl2+ NaBr= NaCl+ Br2
DUPLA TROCA
NaOH+HCl-> NaCl+ H2O

  • Condições para a ocorrência de reações químicas

Reatividade dos metais



 (peguem  a tabela de reatividade de metais aqui)
  • Relações de massa-unidade de massa atômica e calculo das massas moleculares

Unidade de massa atômica: a massa de 1/12 do átomo de carbono com  numero de massa igual a 12(C¹²)
- Massa atômica de um elemento
Para descobrir a massa atômica do elemento é necessário a porcentagem de abundancia que ele apresenta e sua massa.
Por exemplo: (D. x%)+ (F.y%)+(G.z%)
                                         100

- Massa molecular
Massa molecular do H2O = 2.1(tem dois H vezes a massa do elemento)+ 16(a massa do O)= 18 u

  • Relação massa-massa, massa-mol e mol-mol em reações químicas.

MOL: é a quantidade de substancia que contém 6,02 .10²³ entidades.
 Para determinar o numero de mol que constitui essa espécie química, utiliza-se:
N= massa =           m   
  Massa molar        M


Tenham um bom final de ano, e não sei se esse será o ultimo post... mas bem, vai saber.
O Blog da Ana, não sairá do ar, só os resumos não serão mais postados. Bom final de Ensino Médio.

PS: shinf shinf sempre pensei  maneiras que isso acabaria, ai...
Beijão, amo muito vocês :)

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

SIMULADO- História - 4-bi

oi gente, quem ta cansadinho levanta a mão? \o/
Não aguento mais, graças a deus que é a ULTIMA PROVA DO ANO!!!e também a ultima prova que eu faço resumo. É, vocês querem saber? na real, to cansada de fazer resumos. É, por que quando você não tem a obrigação de fazer o resumo, você pode só estudar pelo livro, e faz resumo se quiser, você não precisa passar TODO o conteúdo numa segunda a noite, depois de 11 horas aulas. Você também não precisaria ler coisas ridículas a seu respeito, mesmo eu sabendo que muitos daqueles comentários, foram de pessoas que não estudaram NADA e depois vieram até a mim, reclamar. É eu sei que mesmo que tivemos prova na sexta, e outra na segunda, não dá tempo de estudar e bla, bla, bla, mas mesmo assim arrumar um tempinho pra ler o livro já ajuda bastante. Mas como eu não to aqui pra falar mal do jeito que cada um estuda, e sim pra colocar mais uma opção a vocês, não falo mais nada. A opinião é de cada um, e agradeço aqueles que me deram um empurrão o ano inteiro. A criação do blog foi uma coisa muito legal, ter o contato com outras pessoas, onde elas mostram suas opiniões(ruins ou não) sobre a minha idéia é muito legal.
Não vou fazer que nem minha querida irmã que fez no mono dela e agradeceu a deus e a vó e ao cachorro, não. Vou agradecer a minha mãe, que me incentivou a contatar outras pessoas, que me colocou num colégio onde teve/tem a certeza que eu irei ser alguém na vida, que me ajudou e mesmo me pressionando muito o ano inteiro, eu entendo o lado dela. Ela não teve a educação que eu tenho, ela não tinha a tecnologia que eu disponho, e ela trabalhou duro, pra me sustentar e a minha irmã. Uhul, Sentimental eu soooooooou, HSUAHSUAHSUAHUSA -n
E quero também agradecer ao incentivo da professora Elisa, a  que me deu os parabéns na 8ª série(nunca mais vou me esquecer disso)  e que fez eu ter certeza que não apenas eu estava fazendo a coisa certa mas me incentivou a ter outras brilhantes idéias. Ahahm sou foda HSAUHSUAHSAH ta deu.

é to cansadinha demais, vou olhar CSI e dormiirrr, desculpe os erros, metade eu fiz olhando pra Meg de tão assustada que eu tava e o outro na tela .
beijos e quimica amanhã :)


HISTÓRIA
  • As 13 colônias inglesas na América do Norte

Quando a Inglaterra se lançou à conquista colonial, no inicio do século XVII, o território da América tropical já estava sendo explorado por portugueses e principalmente espanhóis. As primeiras tentativas ocorreram entre 1584 e 1587, quando foram enviadas três expedições colonizadoras inglesas à América do Norte, sob comando de sir Walter Raleigh, resultando em grande fracasso,  devido à violência dos povos nativos.
As 13 colônias inglesas
Essas colônias, situadas ao sul do território inglês da América do Norte, tem sido consideradas colônias de exploração, semelhantes ao estilo predominante nas colônias portuguesas e espanholas, no sentido de terem se fundado economicamente no regime de plantation.
A colonização dos territórios mais ao norte, tinha características bastante diferentes, nessa região concentravam-se os colonos vitimados pela perseguição religiosa.
Nas décadas seguintes, novas colônias próximas a essas foram sendo fundadas, caracterizadas pela pequena e media propriedade e produção para subsistência da comunidade de colonos e para o mercado interno, distinguindo-se daquelas mais ao sul.
É importante observar que tanto na América ibérica como na América inglesa existiram iniciativas de formação de núcleos de povoamento e também atividades em que se utilizava mão-de-obra escrava. De fato, a grande diferença entre ingleses e ibéricos em seus domínios americanos centrou-se na forma como as Coroas metropolitanas se impuseram no processo de colonização.
Na verdade, já existia uma certa autonomia econômica e política, pelo menos entre as colônias da Nova Inglaterra. Nesse momento, buscou-se uma redefinição do papel das colônias, sujeitando-as a uma política fiscal inglesa e impondo o fim de suas liberdades comerciais e políticas.

O ILUMINISMO
  • A emergência do iluminismo
A partir do final do século XVIII, a burguesia foi se equipando com armas teóricas que serviriam para questionar o poder dos reis absolutistas,justificar a revolução e criar uma nova ordem política. Iluminismo é o nome que se dá à ideologia que foi sendo desenvolvida e incorporada pela burguesia com base nas lutas revolucionarias do final do século XVIII.
 René Descartes que lançou as bases do racionalismo como a única fonte de conhecimento. Ele convenceu-se de que a unia verdade possível era sua capacidade de duvidar reflexo da sua capacidade de pensar. Sua teoria passou a ser resumida na frase ‘Penso, logo existo’. Ele também era deísta.
Isaac Newton interpretava as leis da natureza e as expressava de forma matemática, sugerindo a possibilidade de que houvesse também leis que governassem a sociedade. As bases da investigação das leis da sociedade, sendo, por isso, considerado o responsável pelos princípios da filosofia política iluminista.
Para garantir que todos os indivíduos usufruíssem seus direitos, os homens criaram os governos.
Por meio do consentimento da maioria, o governante recebia autoridade e o dever de garantir os direitos das pessoas. Seria um contrato entre governante e governado, a principio como também havia proposto Hobbes.

  • “O Século das Luzes”

Um dos maiores nomes do Iluminismo foi o do francês Voltaire, que criticava ferozmente a Igreja e o clero, sendo, contudo deísta. Ele acreditava ser a livre expressão um dos direitos naturais do homem, condenando firmemente a censura. Durante sua vida, Voltaire buscou aproximar-se de vários monarcas absolutistas europeus, sugerido reformas como conselheiro. O movimento reformista inspirado em suas idéias recebeu o nome de despotismo esclarecido.
O barão de Montesquieu, foi o autor de O Escrito das Leis, obra na qual propunha a divisão dos poderes em três instancias: executivo, legislativo e judiciário.
 Dessa forma o governante seria um simples executor da vontade da sociedade, conforme as leis redigidas por um corpo de legisladores e julgada pelos tribunais, o que limitaria o poder absolutista dos reis. Constituição de um estado. Rousseau foi grande defensor da democracia, mas entendida como expressão da vontade geral da população de uma nação.
- os economistas do iluminismo
A fisiocracia, cujos princípios estiveram em voga no final do século XVIII, e o liberalismo, que logo passou a ser aceito universamente como a ‘verdade’ econômica.
Acreditavam ser a terra- e não o acumulo de matérias preciosos – a única fonte de riqueza, sendo o comercio e a atividade manufatureira apenas meios de transformar ou fazer circular essa riqueza.
O britânico Adam Smith condenava o mercantilismo, afirmando ser o trabalho a única fonte de riqueza, e não o comercio. Acreditava que a maior produtividade do trabalho era o meio pelo qual os Estados enriqueceriam, o que séria possível pelo racionalismo.
Suas idéias caracterizavam o liberalismo econômico, a cartilha do capitalismo liberal.

O PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
  • A queda do Antigo Regime e a era das revoluções

A queda do Antigo Regime pode ser caracterizado pelo colapso do Estado moderno absolutista e sua substituição por um novo tipo de Estado. A independência dos Estado Unidos, marco do inicio da derrocado do Antigo Regime, foi influenciada pela difusão das idéias iluministas.

  • A luta pela independência
A expansão econômica do norte chegou a representar concorrência com a Inglaterra: o comercio de longa distancia realizado das 13 colônias atingiu o Caribe , a África e a própria Europa. A guerra dos Sete anos contra a França acelerou o processo, ao desequilibrar as finanças do Estado inglês.  Na medida em que o conflito se desenrolou parcialmente em território norte-americano: a Inglaterra pôde argumentar ter sido uma guerra em defesa da América inglesa contra as agressões francesas.
Em 1764, a Inglaterra lançou o Suga Act, taxando todos os carregamentos de açúcar que não fossem provenientes das Antilhas inglesas.
Determinou a Stamp Act segundo o qual todo material impresso publicado nas colônias deveria receber um selo vendido pela metrópole. Mas os colonos reuniram-se em Nova York, no Congresso da Lei do Selo, rejeitando o novo imposto e repudiando qualquer relação, inclusive comercial, com a metrópole, pelo menos enquanto os habitantes das 13 colônias não tivessem uma representação no Parlamento inglês.
Na critica à política colonial inglesa, cada vez mais violenta, destacou—se William Pitt, primeiro ministro inglês, durante a Guerra dos Sete Anos.
Em 1766, a lei do Selo foi revogada.
As novas taxações deflagraram a oposição dos colonos, como acontecia a cada nova medida fiscal.  Os estabelecimento de um regime de monopólio provocou, mais uma vez, violenta reação contra a metrópole. Em dezembro colonos atacaram e ocuparam três navios ingleses no porto de Boston, jogando ao mar sua valiosa carga de chá.
A reação inglesa não tardou. Impostas logo a seguir, as Leis Intoleráveis determinavam o fechamento do importante porto de Boston, o pagamento de pesada indenização, a ocupação militar da colônia de Massachussetts e o julgamento de funcionários ingleses somente por tribunais de outra colônia ou na Inglaterra. No primeiro congresso continental da Filadélfia, decidiram pelo boicote aos produtos metropolitanos. No ano seguinte, no segundo congresso, determinaram a separação em relação a Inglaterra.
Em 4 de julho de 1776, foi publicada a declaração de independência dos Estados Unidos da América.
George Washington foi encarregado de preparar um exercito para garantir a independência diante da reação metropolitana. Após a vitória na batalha de Saratoga, sob liderança de Washington, os norte-americanos obtiveram o apoio decisivo da Espanha e da França, uma vez que os franceses estavam interessados em debilitar a Inglaterra e recuperar as perdas sofridas na Guerra dos Sete Anos.
Em 1781, Inglaterra reconhecia a independência de suas 13 colônias.
  • A formação de um novo Estado
Reuniu-se na Filadélfia novo congresso continental, para redigir a constituição do novo Estado independente.
A solução encontrada e incorporada na constituição de 1787 foi a criação dos Estados Unidos da América, uma republica federativa, ou seja, dotada de um poder central forte que atribuía relativa dose de autonomia aos estados membros.
A participação da sociedade da nova republica ficava restrita aos comerciantes e latifundiários tradicionalmente brancos, ingleses ou descendentes.
O processo de independência dos Estados Unidos, representou, portanto, um momento no qual propostas iluministas forneceram as justificativas teóricas para um movimento político concreto e as bases para a edificação de um novo tipo de Estado.

e desculpe não ter postado português, é que cheguei as 6(que não é tão tarde assim), mas eu tava cansada, e só estudei pelo livro, e dormi :x beijos 

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

PROVÃO de historia e química- 4-bi

Eai galeraa...(ai Felipe, essa tua frase...). Então muito estressados? hehe -n
QUERO FÉRIAS!!!
Vou fazer uma revolta, já que o conteúdo é sobre revoltas, e como não quero independência só FÉRIAS... é uma boa idéia :B
Como uma sala de aula pode ter 94 alunos? ---> ou é dividida as turmas, ou vocês são comportados(?!?) ou tão tirando uma onda com a minha cara e estão votando várias vezes, o que séria muito engraçado. haha.
bem, não gostei nem um pouco desse conteúdo de história, é muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuita coisa, e só acabei agora. Química como da outra vez também vão odiar(¬¬) mas tentei fazer o meu melhor.
Falta menos de um mês de aula, para aqueles que não pegaram recuperação, e mais 4 resumos( :( os meus últimos) tirando semana que vem que é feriadão e o bjtão que é no SÁBADO pra mim. Então teremos:
24-> SIMULADO DE FISICA/ BIOLOGIA
26-> SIMULADO DE MATEMATICA
29-> SIMULADO DE GEOGRAFIA/PORTUGUÊS
01-> SIMULADO DE HISTÓRIA/QUÍMICA
não sei se é igual para todos, mas eu vou tentar, 'tentar', fazer resumo para TODOS.
bem, e Robsten no Brasil e eu aqui,ENEM cancelado, show dos Jonas Brothers na quarta e eu não vou, neh, magina... bem deus, o que o senhor vai mais fazer por aqui? o,o







QUIMICA
  • Óxidos

Óxidos: compostos que apresentam o oxigênio como anion de valência -2.


  • Classificação e nomenclatura dos óxidos, principais óxidos, suas aplicações e características.
OXIDOS BASICOS: caráter iônico.
Com água forma uma base, com acido um sal+ água.
 OXIDOS ACIDOS: caráter covalente, geralmente formados por ametais.
Com água, forma um acido, com base um sal + água.
OXIDOS NEUTROS: são covalentes, formados por ametais, e não reagem com água, acido ou base.
OXIDOS ANFÓTEROS: comportam-se como óxidos básicos na presença de um acido e como óxidos ácidos na presença de uma base.
Com acido ou base formam um sal + água.
PEROXIDOS: apresentam em sua estrutura o grupo (o 2)²-, composto que apresenta o oxigênio com ânion. Valência: -1
SUPEROXIDOS: composto que apresenta o oxigênio como anion.

Nomenclatura:
- quando o apresenta apenas um oxigênio: Oxido....(nome do elemento);
- quando apresenta 2 oxigênios: Peróxido...(nome do elemento);
- quando tiver 4 oxigênios: Superoxido...(nome do elemento)*.
* muito cuidado quando ele apresentar (O2)3 ou (O4)3, eles podem vir já somados como O6 ou O12. Mas a nomenclatura continua a mesma.


  • Balanceamento de equações químicas

Na2O+H2O= 2NaOH
Tem dois Na antes do igual precisa ter dois Na após o sinal. Após balancear quantos são os elementos principais e depois conte os hidrogenios e oxigênios.

  • Classificação e tipos de reações
SINTESE: quando um único produto é obtido de vários reagentes
A+B=AB
DECOMPOSIÇÃO: quando dois ou mais produtos são obtidos de um único reagente.
CacO3-> Cão+ CO2
SIMPLES TROCA OU DESLOCAMENTO
Cl2+ NaBr= NaCl+ Br2
DUPLA TROCA
NaOH+HCl-> NaCl+ H2O



HISTÓRIA
AS DISPUTAS EUROPEIAS PELA COLÔNIA PORTUGUESA NA AMÉRICA
·        As invasões de nações européias
Nem mesmo a instauração dos governos-gerais em 1549 e a implantação bem sucedida do empreendimento açucareiro conseguiram afastar as incursões estrangeiras que, ao contrario, aumentaram no séculos XVI e XVII.
Os franceses, após terem realizado o contrabando do pau-brasil no litoral brasileiro, no inicio do século XVI, fundaram, em 1555, uma colônia mal sucedida no Rio de Janeiro: a França Antártica. Foram expulsos pelo governador-geral Mem de Sá.
Os franceses depois de expulsos do Rio, tentaram estabelecer no Maranhão uma nova colônia, a França Equinocial, fundando na região o forte de São Luis. Tentaram mais vezes invadir o Rio de Janeiro mas foram expulsos, e acabaram indo para o extremo norte do Brasil.
O desenvolvimento comercial dos Paises Baixos, que incluíam também o território da atual Bélgica, e a adoção do protestantismo calvinista pela maioria da população, impulsionando ainda mais suas atividades econômicas, foram fatores que levaram as elites mercantis flamengas a lutar pela autonomia política diante do domínio espanhol e católico. Os  holandeses foram expulsos em 1625, mas dois anos depois, voltaram a atacar Bahia, saqueando um carregamento de açúcar, fumo e outros produtos. Em 1626, os holandeses obtiveram recursos com o aprisionamento de um grande carregamento de prata nas proximidades de Cuba, o que serviu para fazer, em seguida, uma nova e mais poderosa incursão para o Brasil.

O domínio holandês em Pernambuco
Os domínios holandeses na colônia portuguesa estenderam-se desde o litoral dos atuais Maranhão até Sergipe. Para administra-los foi nomeado o conde Mauricio de Nassau, que permaneceu no cargo entre 1637 e 1644. o conde conseguiu a colaboração de muitos senhores de engenho, convidou-os também a participar das câmeras dos escabinos, órgãos administrativos municipais que ele havia criado.
A administração de Nassau destacou-se pelas realizações urbanísticas e culturais, saneando e modernizando Recife. Realizou obras arquitetônicas, convidou cientistas e artistas europeus, para realizar estudos e registros sobre a fauna e a flora tropicais.
Contando com o apoio econômico e militar dos Paises Baixos e da Inglaterra na luta pela recuperação de sua autonomia diante da Espanha, Portugal buscou reforçar sua aliança na Europa. Em 1668, Portugal e Espanha assinaram um contrato de paz.

A Insurreição Pernambucana
Devidos aos elevados custos das guerras européias, a Companhia das Índias Ocidentais(que antes era uma empresa destinada a garantir o controle sobre o comercio do açúcar brasileiro) adotara nova política financeira e administrativa para a região nordestina. A nova estratégia impunha crescentes restrições aos gastos e cobranças dos empréstimos  feitos ao senhores de engenho, o que contrariava o caminho escolhido por Nassau.
Com a saída de Nassau, foi retomado o confronto com a Companhia das Índias Ocidentais.
 A insurreição alastrou-se por todo o nordeste, atingindo, em 1645, Pernambuco, onde a situação se tornava cada vez mais tensa, dada a intensificação da cobrança das dividas contraídas na época de Nassau. Logo depois, eclodiu o movimento que determinou a expulsão definitiva dos holandeses da região, a Insurreição Pernambucana.
O fortalecimento da luta, que tinha entre seus lideres o negro Henrique Dias e o indígena Filipe Camarão, ganhou mais força com o apoio dos grandes senhores de engenho às forças populares.
Ao mesmo tempo em que os holandeses sofriam derrotas na colônia, como na batalha do Monte das Tabocas, e nas duas batalhas de Guararapes, enfraqueciam-se também no cenário europeu e diante da Inglaterra,  que se transformara na sua principal concorrente no comercio internacional.
Diante da derrota militar para os britânicos, os holandeses, enfraquecidos e desgastados, também perderam para as forças luso-pernambucanas, que em 1654, puseram fim a sua denominação sobre o Brasil, na batalha da Campina do Taborda.
Embora continuassem reivindicando seus direitos sobre o nordeste colonial, utilizando inclusive armas para isso, os holandeses foram obrigados a concordar com a Paz de Haia, assinada em 1661.
Expulsos do nordeste os holandeses implantaram a empresa açucareira em seus domínios coloniais nas Antilhas.
·        Atividades complementares e expansão territorial

Além do açúcar, as atividades complementares são:
- A mandioca, que estava na base da alimentação, especialmente dos escravos.
- O fumo, produzido sobretudo na Bahia, era importante moeda de troca no comercio de negros escravos nas regiões africanas.
- A produção de aguardente e rapadura, embora reproduzida, também era muito importante na troca por escravos africanos.
- o cultivo de algodão, mais intenso no Maranhão, estava ligado inicialmente a confecção das roupas dos escravos.
- a pecuária e a extração das drogas do sertão, atividades ditas secundarias, foram, juntamente com as expedições militares contra invasores estrangeiros e em busca de metais preciosos e índios.

A ocupação do nordeste e da região amazônica
A criação extensiva do gado, solto nas terras, demandava sempre novas pastagens, o que favoreceu seu avanço pelo sertão. Já no século XVII, a atividade dos vaqueiros alcançava as capitanias do Ceará e Maranhão, ao norte, e as margens do Rio São Francisco, ao sul, regiões onde surgiram importantes fazendas de gado, chamadas currais.
A atividade pecuarista utilizava principalmente trabalhadores livres, como mestiços de indígenas e negros. As dificuldades geradas pela crise açucareira atraíram muitos colonos de estratos sociais inferiores para a pecuária.
O combate a presença estrangeira, especialmente durante a União Ibérica, também contribuiu para a ocupação do interior do nordeste e das região amazônica.As fortificações construídas pela expedições militares, organizadas para combater as invasões, transformaram-se, com o tempo, em importantes cidades da região.
Na região amazônica o governo da União Ibérica decidiu criar o Estado do Maranhão e o Grão- Pará, em 1621, fazendo de Belém a base para repelir as investidas estrangeiras.
A principal base econômica para a ocupação da Amazônia foi a coleta de recursos florestais -as chamadas drogas do sertão, como cacau, baunilha, guaraná e ervas medicinais aromáticas- administrados pelos jesuítas, que utilizavam o conhecimento e a mão de obra indígena.

A expansão paulista
Embora as primeiras bandeiras de apresamento de índios  visassem obter mão-de-obra para a pequena lavoura paulista ou para vende-la a regiões próximas, progressivamente passaram também a sanar as dificuldades dos senhores de engenho do nordeste, onde se localizava a maior produção agrícola baseada em mão-de-obra escrava.
Os paulistas, organizados em bandeiras, dedicavam-se, então, a atacar aldeamentos de nativos insubmissos e de negros fugidos que viviam em quilombos. Essas expedições, a serviço dos fazendeiros ou da administração colonial, eram chamadas de bandeiras de contrato.
A mais importante bandeiras foram, contudo, as destinadas à procura de metais preciosos, incentivadas pela metrópole, devido ao declínio da economia açucareira nordestina na segunda metade do século XVII.
Portugueses, estrangeiros e colonos de outras áreas, apelidados pelos paulistas de emboabas, foram atraídos para a região das minas, entrando em conflito armado com os descobridores das jazidas e terminando por expulsa-los da região.

A conquista do sul

O domínio português estendeu-se sobre o sul da colônia com a destruição das missões jesuíticas pelas bandeiras de apresamento de indígenas e com a fundação.
Para sustentar a dominação lusa sobre o sul, criaram-se as estâncias, grandes fazendas de gado, cujo êxito foi favorecido pelas condições naturais dos pampas. A pecuária sulista desenvolveu a produção de charque, carne-seca mais durável e fácil de transportar e utilizar.

A oficialização das fronteiras lusas: os tratados de limites
Pelo tratado de Madri, assinado em 1750 um território deveria pertencer a quem o tivesse efetivamente colonizado: era o principio de uti possidetis.
Entretanto os portugueses tentaram ocupar a região, e encontraram a resistência dos padres jesuítas espanhóis de sete povos das missões, que, para defender seus territórios, haviam armado os guaranis, vitimas da ação escravizadora dos bandeirantes. Iniciou-se assim a guerra Guaranítica. A guerra dos sete anos acirrou as disputas entre as nações ibéricas na América. Aproveitando-se do conflito, a Espanha invadiu e dominou a colônia de Sacramento, o sul do RS e a ilha de Santa Catarina. Pelo tratado de Santo Ildefonso, a Espanha obteve a região do Sacramento e a de Sete Povos da Missões, e devolveu o RS e a Ilha de SC a Portugal. Mas daí eles assinam o tratado de Badajós, onde ratificavam-se assim as decisões do tratado de Madri.

APOGEU E CRISE DO SISTEMA COLONIAL NA AMERICA PORTUGUESA
·        A atividade mineradora: interiorização e urbanização
As primeiras descobertas de ouro estão ligadas à expansão bandeirante e datam do final do século XVII, quando a produção e a comercialização do açúcar enfrentavam seria crise.
A população colonial passou de cerca de 300 mil habitantes no final do século XVII para 3,3 milhões no final do XVIII.
Goiás e Mato Grosso, alteraram o caráter predominantemente rural da colonização, com o surgimento de diversas vilas e cidades. O desenvolvimento de um novo eixo econômico, deslocando as atividades principais da costa litorânea nordestina para o centro – sul, determinou a transferência da capital de Salvador para o Rio de Janeiro, em 1763.
A abertura de estradas e caminhos que ligassem a região das minas ao porto do Rio de Janeiro propiciou a intensificação do comercio. O mercado consumidor foi ampliado e aquecido pelo crescimento populacional e pela riqueza obtida com o ouro.
O transporte de mercadorias era feito por tropas de mulas que cruzavam o território colonial em direção as Minas Gerais e ao Rio de Janeiro.
O caráter urbano da população dedicada à atividade mineradora provocou mudanças significativas na estrutura social da colônia.
A partir daí a rigidez que era dividida a sociedade açucareira foi sendo substituída por uma mobilidade social. As técnicas de faiscação e garimpagem utilizadas no inicio da mineração, ou seja, a retirada do ouro de lavagem encontrado nos rios e barrancos, exigiam poucos recursos e pouca mão-de-obra.as lavras exigiam maiores investimentos para as escavações e grandes números de escravos.
Devido aos acidentes e as doenças a que estavam sujeitos nas lavras, os cativos tinham baixa expectativa de vida, não ultrapassando aos 12 anos de atividade.
Para administrar a região mineradora a metrópole criou em 1702 a intendência das minas. Visava controlar de perto a exploração aurífera, tornando-a mais eficiente e lucrativa para a metrópole.
A Intendência era responsável pela distribuição dos lotes a serem explorados, as chamadas datas. E pela cobrança do quinto, imposto de 20% sobre o ouro encontrado na colônia.
As casas de fundição, que evitavam a circulação do ouro em pó e em pepitas, formas mais difíceis de serem controladas. Todo o outro encontrado nas minas ou garimpos tinha que ser entre nesses locais, onde era derretido e transformado em barras, após ter sido extraído o quinto pertencente a coroa.
O recolhimento do tributo séria garantido pela derrama, cobrança compulsória dos impostos feita pelo dragões, soldados metropolitanos autorizados a invadir casas e tomar tudo o que tivesse valor, a fim de completar as 100 arrombas decidas a metrópole.
Devido a dificuldade de quintar as pedras, a metrópole determinou a expulsão dos mineiros da região e arrendou a exploração a contratadores, indivíduos que antecipavam parte dos lucros a Coroa e recebiam o direito de explorar com exclusividade os filões de diamantes.
O esgotamento das jazidas de outro e o uso de técnicas rudimentares, impedindo prospecções mais profundas do subsolo, levaram à decadência da produção do ouro na colônia.
A diminuição da produção aurífera fez com que a metrópole aumentasse a pressão fiscal sobre os colonos brasileiros, a fim de manter suas rendas, gerando descontentamento e atos de rebeldia entre eles, culminando na Inconfidência Mineira, tida como a mais importante revolta colonial brasileira.
A atividade mineradora no Brasil acelerou o desenvolvimento do capitalismo europeu,  já que toneladas de outro foram levadas para a Europa, por intermédio de Portugal.
Os termos do tratado de Methuen, assinado em 1703, com os ingleses e conhecido como ‘tratado dos panos e vinhos1 em decorrência dos principais itens comercias que envolvia, inviabilizavam o surgimento de processos de produção industrial em território português.
·        A crise portuguesa e o reforço do pacto colonial
Embora Portugal ampliasse os gastos com a fiscalização e o controle da atividade mineradora, a exploração do ouro de sua colônia americana não lhe permitiu reequilibrar parte de suas finanças.
Diante do esgotamento progressivo das jazidas minerais, a Coroa criou mecanismos para arrecadar ainda mais impostos. Os governos absolutistas da dinastias de Bregança resolveram, então aumentar as restrições mercantilistas sobre a colônia, reforçando o pacto colonial.
Enquanto a metrópole portuguesa reforçava o controle fiscal e administrativo e a espoliação da colônia, por meio das casas de fundição e da derrama, em diversos paises da Europa nasciam idéias contrarias ao colonialismo mercantilista.
O Iluminismo, nome dado a um movimento composto por intelectuais, entre os quais se destacaram Voltaire, Montesquieu e Rousseau, condenava as estruturas de privilégios, características do que chamavam, pejorativamente de Antigo Regime.
Nas nações européias que contavam com uma burguesia incipiente, adotaram-se medidas de racionalização administrativa e modernização econômica, sem abandonar o tradicional controle mercantilista. Denominou-se despotismo esclarecido.
 Na América colonial, as idéias iluministas contribuíram para firmar os anseios emancipacionistas que culminaram na independência dos Estados Unidos da América em 1776.
Pombal resolveu expulsar os jesuítas, rompendo a autonomia que essa ordem religiosa possuía perante a Coroa. Confiscou-les as propriedades e criou o subsidio a educação, até então quase monopólio da Companhia de Jesus e que passo a ser assumida pelo Estado. Pombal exigiu a escravidão indígena, recorreu ao aumento dos tributos e estabeleceu monopólios, protegendo os produtos portugueses. Na administração, extinto as capitanias hereditárias. Ele deixou o ministro após a morte de D.José I e muita das suas realizações foram anuladas por seus opositores.

·        Confrontos coloniais: primeiros destaques

Em seu conjunto, essas rebeliões pontuais, tradicionalmente denominadas ‘rebeliões nativistas’, não revelaram indícios de uma tomada de consciência nacional, visto que não reivindicavam a integração social da população cativa com a abolição da escravidão.
- a revolta de Beckman
Foi criada para o Maranhão, uma região pobre e sustentada principalmente na exploração das drogas do sertão e na pequena lavoura, a Companhia Geral do Comercio do Estado do Maranhão. A companhia venderia aos habitantes do Maranhão produtos europeus e deles compraria o que produzissem, para serem comercializados na Europa.
Porem a empresa não só vendia seus produtos a preços muito elevados e pagava muito pouco pelos artigos coloniais como também não cumpria o acordo de fornecimento de escravos. Os revoltos ocuparam a cidade de São Luis onde expulsaram os representantes da companhia e os jesuítas, governando o Maranhão por quase um ano.
Embora o movimento tenha sido sufocado e seus principais lideres, Manuel Beckman e Jorge Sampaio, enforcados, os fazendeiros conseguiram, depois de confirmadas as suas queixas, extinguir a CGCEM em 1685.
- a guerra dos emboabas
A atração pelo ouro, trouxe estrangeiros, que eram apelidados de emboabas e sob liderança de Manuel Nunes Viana, alcunhado ‘governados das minas’, enfrentaram os paulistas em vários combates. O mais marcante deles ocorreu no chamado Capão da Traição, no qual 300 paulistas foram cercados pelos emboabas e massacrados, mesmos após terem se rendidos.
Rechaçados, os bandeirantes paulistas partiram em busca de ouro na direção dos atuais estados de Goiás e Mato Grosso.
- a guerra dos Mascates
Enquanto Olinda mantinha seu predomínio político, Recife tornava-se o principal centro econômico de Pernambuco, com o intenso comercio exercido pelos portugueses, apelidados de mascates.
A emancipação de Recife, em 1709, que lhe dava o estatuto de vila independente, obtida devido à pressão dos comerciantes portugueses revoltou os olindenses e deu inicio a Guerra dos Macates. Os principais envolvidos no conflito foram presos pelo governador pernambucano que manteve a autonomia de Recife, transformada no ano seguinte em sede administrativa de Pernambuco.
- a revolta de Felipe dos Santos
Os crescentes tributos cobrados da colônia e a institucionalização das casas de fundição, onde o ouro extraído em pepitas ou pó era transformado em barras e quintado, provocaram essa  revolta.
Mais de dois mil mineradores dirigiram-se ao governador, o conde de Assumar, prometeu atender-lhes as exigências.
Um dos lideres mais pobres foi condenado à morte, enforcado e esquartejado para servir de exemplo e evitar outros rebeliões.

 beijoos 

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Simulado de historia e química- 3-bi

oi gente, como vocês estão? to melhor da gripe, brigada a todos os 'melhoras' que eu recebi :( mas em todos os casos, HSAHSAHUSHAUSHUAUHS cês viram o Fiuk? OK, tive que mostrar pra minha mãe e bem, ela não acreditou HSAUSUAUHSHUAHUSA ok, chega.
tenho 3 coisa pra falar:
1ª a enquete ali do lado -> quero que todos votem na SUA unidade(leu bem isso né Bianca), a enquete vai até o ultimo dia de aula, então bem, até meu ultimo resumo.
2ª a SOFIA TA DE ANIVERSÁRIO AMANHÃ! ç.ç
3ª é os resumos estão bons hoje, eu acho...
4ª só pra não tirar meu bom humor e meu cansaço das 20 aulas de hoje ¬¬
oi? SHAUHSUAUHSHUAHUSA***

QUIMICA

  • Dissociação e iônica e ionização.
ACIDOS: são compostos que na presença da água formam um único cátion. 
Ionização
HCl+H2O-H3O+Cl-

H2SO4+H2O->H30+HSO4­­­­­
HS04 -¹+H2O ->H30 + SO-²
H2SO4+2H2O -> 2H3O + SO4-²

OBS: no compostos do ferro (H3PO3 e H3PO2) saem apenas 2 e 1 hidrogêneos, respectivamente.

  • Ácidos de Arrhenius(características, identificação, classificação e nomenclatura).
Nomenclatura dos ácidos: todo acido que não tem oxigênio na formula=hidrácidos
- origina-se do anion- eto.
Para o acido, troca-se o eto por idrico.
Cl-: cloreto HCl: ac.clorídrico
Ácidos oxigenados
-Anions terminado em ato: para ácidos substitui por iCo 
SO4-²:sulfato -> H2SO4: ac. Sulfúrico
- anions terminados em ito: para o acido substitui por oso.
NO2-¹: Nitrito-> HNO² ac. Nitroso
NOX: numero de oxidação:
H3|B|O3
+1| x| -2
3+x-6=0
X=3
NOX: 3
Ac Bórico

3A-> NOX 3... ICO
4A-> NOX 4 ...ICO
5A-> NOX 5... ICO
6A->  NOX 6...ICO
7A -> NOX 7*...PER... ICO

MosquITO teimOSO
Te mATO  te pICO
Te mETO no vIDRICO
   Se o acido estiver na coluna 7A
 Máxima NOX com duas unidades a menos-> OSO
Obs: para ter 2 unidades de NOX a menos, basta ter um oxigênio a menos.Obs2: com 2 oxigênios a menos que o maior acido e com 4 unidades a menos o maior NOX: HIPO... OSO.
  • Bases de Arrenius( características, identificação, classificação e nomenclatura)

BASES: composto inorgânico que na presença de água formam como único tipo de anion o OH-

NaOH + H2O -> Na + OH

Nomenclatura:
O Hidróxido sempre no inicio.
Hidróxido de sódio= NaOH

Classificação:
- quanto ao numero de OH:
Monobase: 1OH: NaOH, LiOH
Dibase: 2OH: Fé(OH)2
Tribase: 3OH: Al(OH)3
Tetrabase: 4OH: Pb(OH)4

- quanto a solubilidade:
Solúveis: todos da coluna 1ª mais NH4OH
Pouco solúveis: elementos da coluna 2ª exceto: Be(OH)2 e Mg(OH)2
Praticamente insolúveis: todos os outros

- quanto à força:
- Fortes: Solúveis( menos NH40H)
- Fraca: as demais

  • Reações de neutralização total e parcial.
+    -        +  -     +   -
HClO3+ KOH: KClO3+ H2O
Neutralização completa.
+       -      +    -            +     -
H3PO4+Ca(OH)2-> CaHPO4 + 2H2O
Neutralização parcial.

  • Sais( características, identificação, classificação e nomenclatura)
SAIS: é todo composto que tem pelo menos 1 cátion diferente de H+ e 1 ânion diferente de (OH-).

Nomenclatura:

NOME DO ÂNION + NOME DO CÁTION

Forma: cátion+ ânion 
 NaCl
Formula: cátion + ânion
Nome: ânion + cátion


Obs: aplicações de ácidos, bases, e sais nas paginas: 148, 155, 162 e 163.

 HISTÓRIA

RENASCIMENTO CULTURAL
  • Características do renascimento

O renascimento pode ser caracterizado como uma tendência cultural laica, racional e cientifica que se estendeu do século XIV ao XVI. Inspirando-se na cultura greco-romana , rejeitava  os valores feudais a ponto de considerar o período medieval a ‘idade das trevas’. Pa os homens renascentistas, a época obscura seria abolida por um renascimento cultural posterior.
O elemento central do Renascimento foi o humanismo, no sentido da valorização do ser humano, criação privilegiada de Deus. Daí surge o antropocentrismo renascentista, ou seja, a idéia de que o homem se encontra no centro do universo.
No período renascentista, valorizava-se o homem como ser racional, isto é, dotado de um dom quase divino, a razão, e por isso mesmo capaz de interpretar e conhecer a natureza.
O naturalismo, o hedonismo e o neoplatonismo também são características do movimento renascentista. O primeiro prega a valorização à natureza, enquanto a filosofia hedonista defende o prazer individual como o único bem possível. O neoplatonismo, defende uma elevação espiritual, uma aproximação com Deus.

  • Cidades Italianas: origem do Renascimento

As cidades italianas eram grandes centros desde o final da Idade Media, com o destaque para os portos de Genova e Veneza.
Ao mesmo tempo, a riqueza da região tornou possível o surgimento dos mecenas, indivíduos, que, em busca de promoção pessoal, patrocinavam produções artísticas e cientificas. Por exemplo a família Médici.
A riqueza das cidades italianas atraiu sábios bizantinos, herdeiros das tradições gregas e romanas clássicas, que fugiam da crescente pressão dos turco-otomanos após a queda de Constantinopla. A consolidação do Renascimento na Itália ocorreu basicamente no século CIV, período conhecido como Trecento. As outras etapas foram o Quattrocento e o apogeu, o chamado Cinquecento.
- o trecento: o pintor Giotto di Bondoni foi a principal figura do movimento renascentista nas artes plásticas do período. Suas pinturas já esboçam um sentido de profundidade espacial e as faces expressam grande emotividade e sentimento.na literatura, após a iniciativa de Dante Alighieri, generalizou-se a utilização do dialeto toscano.
- quattrocento: na pintura destacaram-se o Masaccio e Sandro Botticelli. No final do Quattrocento e inicio do Cinquecento despontou a figura de Leonardo da Vinci. Dedicou-se a diversos ramos da arte e da ciência, tendo sido pintor, escultor,urbanista, engenheiro, físico, musico, filosofo e botânico. E suas mais conhecidas obras são Gioconda e a Santa Ceia.
- Cinquecento:o principal centro da arte passou a ser Roma. Na literatura destacaram Francesco Guiciardini, Torquato Tasso, Ariosto e principalmente Nicolau Maquiavel.
A maior figura do período foi Michelangelo Buonarroti, que foi escultor e pintor, sendo responsável pelos monumentais afrescos da Capela Sistina, em Roma.

No final do século CVI, o triunfo da expansão marítima ibérica e o conseqüente deslocamento do eixo econômico para fora do Mediterrâneo levaram as cidades a decadência.

  • Renascimento fora da Península itálica.

Nos paises baixos, destacaram-se os irmãos Van Eyck e Pieter Brueghel, que retrataram temas do cotidiano da sociedade.  Na Alemanha, os pintores Durer e Hans Holbein foram os principais nomes do Renascimento. Na frança, Rebelais demonstrou todo o talento e humanismo em Gargantua e Pantagruel. No Renascimento Inglês, o escritor mais importante e de destaque foi William Shakespeare, em suas peças teatrais apresenta personagens dotados de grande profundidade psicológica, que traduz os dilemas da alma humana. Em Portugal, destacou-se o teatro de Gil Vicente, e a obra de Camões.
  • Renascimento cientifico

As expressões artísticas renascentistas, fundadas no estudo do Homem, da natureza e no espírito critico, desdobraram-se no desenvolvimento cientifico, notadamente na áreas de física, astronomia, matemática e biologia.
A teoria heliocêntrica, a idéia de que o sol é o centro do universo, ganhou aceitação.
O renascimento cientifico significou a retirada do monopólio da explicação do mundo e da natureza das mãos da igreja. O racionalismo triunfava sobre concepções herdadas de uma tradição religiosa que se baseava na fé, e não na experimentação cientifica.

REFORMAS RELIGIOSAS
  • O contexto da Reforma

O papa recebia tributos feudais provenientes das vastas extensões de terra controladas pela igreja em toda a Europa, e o advento dos Estados centralizados fez com que essa pratica passasse a ser questionada pelos monarcas.
A expansão capitalista encontrava alguns entraves nas pregações da igreja, que condenava a usura e defendia o preço justo das mercadorias, ou seja, produção e comercialização sem direito a lucro. Não encontrando mais na igreja a satisfação de suas necessidades espirituais, os membros da burguesia enfrentavam uma crise de religiosidade.
Um ingrediente poderoso na crise religiosa que se delineava foi a desmoralização do clero. Embora condenassem a usura e desconfiassem do lucro, os membros da igreja praticavam-nos de forma desenfreada. O comercio de bens eclesiásticos, o uso da autoridade para garantir privilégios, o desrespeito ao celibato clerical e até a venda de cargos eclesiásticos não eram raros na igreja desde o final da idade média. O maior escândalo talvez fosse a venda de indulgências.

  • Contra reforma
a expansão das doutrinas protestantes pela Europa gerou uma reação da igreja.
A companhia de Jesus, uma ordem religiosa, proporcionou um busca para combater o protestantismo por meio do ensino e da expansão da fé católica. Daí deriva o projeto da catequese indígena. Em 1542, o papa Paulo III convocou o Concilio de Trento, com o objetivo de discutir assuntos religiosos, inclusive com teólogos protestantes. Nenhum consenso foi possível, e o Concilio acabou apenas por reafirmar os princípios católicos, condenando o protestantismo.
Algumas medidas moralizadoras começaram a ser tomadas, como a proibição da venda de indulgências e a criação de escolas para a formação de eclesiásticos.
O papa estabeleceu a inquisição, pouco antes do Concilio, e sob a forma do tribunal do Santo Oficio.
A contra- reforma não destruiu o protecionismo, mas eliminou sua expansão.

O ABSOLUTISMO
  • Pensadores teóricos do absolutismo

O processo de formação das monarquias centralizadas no final da Idade Média ocorreu em grande parte pela aproximação entre monarcas e burguesia, na busca da separação dos entraves políticos e econômicos derivados das estruturas feudais.
Como regra geral, desde o momento da formação dos Estados centralizados, os reis buscaram imprimir caráter autoritário aos seus governos.
Nicolau Maquiavel: criticando a fragmentação política vigente e a rivalidade entre suas diversas republicas. Em O príncipe, defende a separação entre moral e política, vistas como duas esferas inconciliáveis. É o autor da conhecida máxima ‘os fins justificam os meios’, segundo a qual ao estado era autorizado o uso de qualquer método para atingir seus objetivos.
Thomas Hobbes: o estado absoluto representa a superação do estado de natureza. Devido ao egoísmo intrínseco ao homem, a sociedade humana apresenta uma tendência ao caos ou a desarticulação.
Jacques- Benigne Bossuet: Política retirada da Sagrada escritura, obra que defende a existência de total proximidade do poder real em relação a Deus.

**NÃO SOU FÃ DO FIUK, HSUAHSAUSUHAHUSHUAS só to mostrando a foto, ok?
AHHHHHH, duas semanas sem provas, ahhhhh, beijooos, até daqui a duas semanas...

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

PROVÃO de historia e química- 3-bi

hey pessoal, tudo na boa? é, to ótima :) principalmente que o blog chegou aos 10 mil visitantes, no domingo a tarde(eu acho Oo). No contador que tem láá em baixo :s
Bem meu 'sonho' era chegar aos 10 mil, mas agora que cheguei... ok, não tenho mais sonho então :s
e CADÊ ETIENE? afffffffffffffffffffff tchau tchau Etiene, cansei de você, #alok
meu twitter mudou agora, é @DEdedado HSAUSHUAHSUAUHS hominagi a Fê quirida da Ana neh? :)
ATUALIZADO: PARABÉNS FÊ QUERIDA DO MEU CORAÇÃO!!!(ta bom assim? haha beijos) 
ta ae os resumos :*

QUIMICA
  • Conceitos eletrólitos

 O termo eletrólito significa que este íon é carregado eletricamente e se move para outro eletrodo negativo (cátodo) ou positivo (ânodo):
-os íons que se movem para o cátodo (cátions) são carregados positivamente;
-os íons que se movem para o ânodo (ânions) são carregados negativamente.

  • Dissociação e iônica e ionização.
ACIDOS: são compostos que na presença da água formam um único cátion. 
Ionização
HCl+H2O-H3O+Cl-

H2SO4+H2O->H30+HSO4­­­­­
HS04 -¹+H2O ->H30 + SO-²
H2SO4+2H2O -> 2H3O + SO4-²

OBS: no compostos do ferro (H3PO3 e H3PO2) saem apenas 2 e 1 hidrogêneos, respectivamente.

  • Ácidos de Arrhenius(características, identificação, classificação e nomenclatura).

Nomenclatura dos ácidos: todo acido que não tem oxigênio na formula=hidrácidos
- origina-se do anion- eto.
Para o acido, troca-se o eto por idrico.
Cl-: cloreto HCl: ac.clorídrico
Ácidos oxigenados
-Anions terminado em ato: para ácidos substitui por iCo  
SO4-²:sulfato -> H2SO4: ac. Sulfirico
- anions terminados em ito: para o acido substitui por oso.
NO2-¹: Nitrito-> HNO² ac. Nitroso
NOX: numero de oxidação:
H3|B|O3
+1| x| -2
3+x-6=0
X=3
NOX: 3
Ac Bórico

3A-> NOX 3... ICO
4A-> NOX 4 ...ICO
5A-> NOX 5... ICO
6A->  NOX 6...ICO
7A -> NOX 7*...PER... ICO

MosquITO teimOSO
Te mATO  te pICO
Te mETO no vIDRICO
   Se o acido estiver na coluna 7A
 Máxima NOX com duas unidades a menos-> OSO
Obs: para ter 2 unidades de NOX a menos, basta ter um oxigênio a menos.
Obs2: com 2 oxigênios a menos que o maior acido e com 4 unidades a menos o maior NOX: HIPO... OSO.



Numero de oxidação: significa a quantidade de elétrons necessária a cada átomo para deixar uma molécula o mas estável possível.
Oxidação significa PERDER elétrons, enquanto reduzir-se significa GANHAR elétrons.

HISTÓRIA
A REVOLUÇÃO COMERCIAL E O MERCANTILISMO
  • A transição da Idade Moderna
Aquele tempo dependente dos ritmos naturais, das capelas e igrejas medievais cedendo lugar para o tempo controlado pelos relógios das torres dos palácios comunais das mais importantes cidades européias. Era o fim do pleno predomínio do tempo religioso com a emergência do tempo laico. Essas mudanças dinamizadas pelas cruzadas, tiveram na expansão marítima uma verdadeira revolução comercial na medida em que a atividade mercantil passou a ser exercida em escala mundial.
Se estruturou um nova ordem socioeconômica, denominada Capitalismo comercial.
S formação dos estados centralizados, iniciada na Baixa idade média, e a dinamização comercial e urbana tiveram importância fundamental para a expansão mercantil.
  • O estado moderno
a atenção dos reis aos negócios mercantis contribuiu para o fortalecimento de seu poder, imprimindo um caráter absolutista as monarquias. Modificava-se, assim, o sistema político feudal, em que cada vassalo reinava soberanamente sobre seu feudo.

  • O mercantilismo
Entre as medidas adotadas pelos reis absolutistas europeus para promover o fortalecimento financeiro do estado, encontra-se a adoção de um conjunto de diferentes praticas econômicas conhecidas como mercantilismo.
Elas partiam do ideal metalista, ou seja, baseavam-se na concepção de que a riqueza de um estado dependia da quantidade de metais preciosos existente dentro de suas fronteiras.
Balança comercial favorável:capacidade de exportar mais que importar.
A adoção das praticas mercantilistas pelos diversos estados europeus acabou gerando um impasse econômico: como realizar o comercio quando todos querem vender, e ninguém quer comprar?
A saída foi o estabelecimento de colônias nas terras descobertas na América, em meia a expansão marítima.
Devido as maiores possibilidades de acumulo de riqueza, a colonização passou a ser o principal recurso pelo qual os estados europeus tentaram atingir seus objetivos mercantilistas.


A MONTAGEM DA COLONIA PORTUGUESA NA AMÉRICA
Devido a abundancia de pau-brasil no litoral brasileiro, Portugal estabeleceu o estanco, o monopólio real sobre a exploração do produto. Portugal demorou 30 anos para colonizar o Brasil por duas razões:
1-     A índias já não rendiam mais, já que quase todo mundo tinha um produto de lá, e;
2-     Os outros paises europeus estavam tentando se aproximar das terras.
Escambo: troca realizada pelos índios, onde cortavam e transportavam a madeira e recebiam por isso um objeto vistoso, como pentes, espelhos e ect.
Sesmaria: lotes de terras distribuídas entre os novos habitantes que se dispusessem a cultiva-las.
  • O projeto agrícola da exploração colonial portuguesa

A colonização no Brasil foi pela agricultura. E as colônias espanholas, caracterizadas pela atividade mineradora.
Para viabilizar a ocupação e o povoamento da colônia, a Coroa portuguesa recorreu ao cultivo da cana-de-açúcar.
O açúcar durante a idade média era um especiaria das mais valiosas no inicio do século XV.
A escravidão era há muito praticada por europeus na áfrica negra. Foi considerada uma instituição justa, quando, no seu inicio, os portugueses escravizavam os mouros. O papado concedeu em, 1452, aos portugueses o direito de atacar, conquistar e submeter pagãos e sarracenos.

  • As instalações produtivas açucareiras.

As primeiras mudas de cana-de-açúcar foram trazidas da Ilha da Madeira.
A produção do açúcar voltava-se exclusivamente para a exportação e, por gerar elevados lucros, comandava a economia colonial.
Os engenhos multiplicaram-se rapidamente ela costa brasileira.
A importância econômica do açúcar como principal riqueza colonial evidencia-se no valor das exportações do produto no período do apogeu da mineração.
O responsável pela produção, o senhor de engenho, usufruía de enorme prestigio social.
No topo da sociedade açucareira estava os senhores de engenho, proprietários das unidades agroexportadoras; depois os senhores obrigados ou lavradores de cana. Daí as pessoas livres, e os escravos.

  • Os escravos na economia açucareira.

Diversos fatores determinaram a generalização do trabalho escravo africano. Epidemias adquiridas em contato com os brancos. Mortes pelo trabalho forçado, desarticulação de sua economia de subsistência, fugas para o interior marcavam os povos indígenas.
A lutas dos jesuítas contra a escravização dos índios levou os colonos a voltarem seus olhos cada vez mais para os escravos africanos.
Os negros eram capturados na áfrica pelos portugueses, que promoviam ou estimulavam guerras entre as tribos africanas para  poderem comprar os negros derrotados.
Os escravos chegavam ao Brasil amontoados nos porões dos tumbeiros, como eram chamados os navios negreiros.
Os sobreviventes eram embarcados e vendidos nos principais portos da colônia, como Salvador, Recife, e Rio de Janeiro, completando-se a ligação entre o centro fornecedor de mão-de-obra e o centro produtor de açúcar.
Atos de rebeldia, como tentativas de assassinato de feitores e senhores, fugas e suicídios, acompanhavam a exploração dos africanos negros. Muitos dos fugitivos que escapavam à recaptura pelos capitães-do-mato organizavam-se em quilombos, verdadeiras comunidades negras livres.
Palmares era uma comunidade auto-suficiente, que produzia gêneros agrícolas para seu próprio sustento e que chegou a abrigar mais de 20 mil negros fugidos dos engenhos.

Pacto colonial: relação entre metrópole e colônia, segundo a política mercantilista), foi firmado pela maciça importação de mercadorias européias, como roupas, alimentos e até objetos decorativos.
Uma guerra de independência entre Paises Baixos e Espanha levou os holandeses, conhecedores das técnicas de refino e comercialização do açúcar, a produzi-lo em suas colônias.
Tratado de Methuen: abria o reino português aos importadores ingleses, normalmente caros produtos manufaturados.

  • Capitanias hereditárias e os governos-gerais.

Capitanias hereditárias tratava-se da doação de largas faixas de terra aos capitães-donatarios, regulamentada pelas cartas de doação e forais.
Ao todo foram criadas 15 capitanias, doadas a particulares entre 1534 e 1536, e posteriormente mais duas insulares. As capitanias que mais prosperaram fora as de São Vicente e a de Pernambuco.
O sistema fracassou, mesmo sendo assistido pelo sistema governos-gerais, uma forma que a Coroa encontrou de centralizar a administração colonial.
O governador-geral tinha muitos poderes, mas muitas obrigações: deveria neutralizar a ameaça constante dos indígenas, combatendo-os ou aliando-se a eles, reprimir os corsários; fundar povoações...

  • O domínio espanhol no Brasil

Ocorreu a crise sucessória em Portugal, e o único sucessor era Felipe II, Espanhol.
Ele prometeu preservar a relativa autonomia de Portugal( ¬¬), e manter suas colônias sem submete-las a Espanha garantiu a colônia portuguesa na América poucas mudanças. No entanto, o domínio espanhol aboliu, na pratica, as determinações do tratado de Tordesilhas, o que favoreceu o avanço dos colonos portugueses em direção ao interior.
Os restauradores só se libertaram do domínio espanhol em 1640, quando duque foi coroado rei de Portugal com o titulo de D.João IV, inaugurando o governo da dinastia de Bragança.

  • A administração colonial portuguesa e os poderes locais.

Unificação e divisão dos governos gerais- 1763, unificação definitiva.
Forças militares- milícias- Portugal –ordenças- população local.
- ocupação de caráter militar-uso da força
-câmaras municipais-‘homens bons’- questões locais
-arrecadação compulsória- conflitos
-colônias – economia complementar a metrópole- enriquecimento da Europa.

beijo beijo 

segunda-feira, 31 de maio de 2010

História e Química 2-bi

Oi galera, tudo bem com vocês? Eu to bem eu to bem, e você ta bem também? legal legal legal legal legal e legal!!!1! (HSUAHUSAUHSUASA ok, coisas de infância).
Sabe, eu sempre reclamo da vida aqui? não só aqui, como no twitter, no msn, no orkut e em outros sites. E cheguei a conclusão, que reclamar é uma das minhas habilidades mais insuportaveis! sim, por que eu sempre tenho algo para reclamar. HSUAHUSHAUSHASA é neh.
Mas não vou reclamar, por que a prova dessa semana ta facil demais(não estou sendo irônica), é eu pelo menos entendi tudinho, e trago pra vocês agora, o resumo de química, e mais tarde o de história(é meu professor passou feudalismo agora de tarde, as duas ultimas aulas, e fico feliz por isso, por que ta tudo fresquinho na mente).
E CLARO, AS 19:30 O CHAT NEH GURIZADA! ta deu ¬¬






QUIMICA


  • Interações atômicas e moleculares.

Se átomos de um mesmo elemento ou de elementos diferentes não tivessem a capacidade de se combinarem uns com os outros, certamente não encontraríamos na natureza grande variedade de substancias.

  • Ligações iônicas e eletrovalente e determinação de suas formulas.

Ligações iônicas: é um tipo de ligação que envolve metais, não-metais, e hidrogênio. Os metais devido a abaixa eletronegatividade, apresentam uma tendência muito forte em doar elétrons., formam cátions. Os não-metais, devido a alta eletronegatividade tem uma tendência em receber elétrons, formando anions, exceto os gases nobres.
A ligação iônica caracteriza-se pela doação de elétrons do metal para o não-metal e para o hidrogênio com a finalidade de formar moléculas estáveis
Denomina-se ligação iônica aquela que ocorre pela atração elétrica de cátions e de anions.

              QUANDO A CAMADA DE VALENCIA DO ATOMO FOR:

    1       2       3

ELE VAI  DOAR ELETRONS



            E QUANDO A CAMADA DE VALENCIA DO ATOMO FOR:

     5        6          7

ELE VAI RECEBER ELETRONS.

A molécula para ficar estável precisa formar 8 elétrons na camada de valência.
Quando ele tiver 4 elétrons, ele pode doar como receber.

Exemplo: molécula de cloreto de sódio.

Na11 e Cl 17

Na= 1é
Cl= 7é 

(para saber quantos elétrons tem na camada de valência, use a tabela de Linus Pauling)

Então:

Na*  .:Cl::

(o asterisco é o életron que o sódio vai doar, e os pontinhos são os életrons que o cloro tem)
(tentativa ^ de desenhar isso L)

Então o Na vai doar o elétrons que ele tem, ficando Na+[:Cl*.::]- = NaCl


  • Ligação covalente ou molecular e determinação de suas formulas.

Ligação covalentes: não conduzem correntes. Nas ligações covalentes os dois ligantes tem falta de elétrons.

- ligação covalente comum: ocorre um compartilhamento de pares de elétrons, com 1 elétron de cada átomo.
Ocorre entre hidrogênio e hidrogênio.
                     Entre hidrogênio e não metal.
                      Entre não metal e não metal.

Exemplo: :Cl::._.::Cl: -> Cl-Cl -> Cl²



  • Alotropia, ligação dativa e ligação metálica.
ligação covalente coordenada ou dativa: compartilhamento de pares de elétrons de um mesmo átomo.


*obs: o enxofre tem 6 eletrons, e o oxigênio também. Um oxigênio vai compartilhar dois elétrons como o enxofre. Então o enxofre e um dos 3 oxigênios vão estar completos, então o enxofre(átomo central) vai fazer a covalente coordenada(a flechinha apontando para os outros 2 oxigênios) deixando eles completos.

ps: o átomo central só vai fazer a covalente se estiver COMPLETO.


Ligas metálicas: materiais com propriedades metálicas que contem dois ou mais elemento, sendo pelo menos um deles metal.


Alotropia: é a propriedade pela qual um mesmo elemento químico pode formar duas ou mais substancias simples diferentes, que são denominadas variedades alotrópicas do elemento.

As variedades alotrópicas poder diferir quanto à quantidade de átomos e/ou quanto a sua estrutura cristalina.

Carbono: na natureza o elemento químico carbono(C) forma três variedades alotrópicas:
O diamante: é a substancia natural de maior dureza.


Grafita: a grafita é utilizada como lubrificante sólido e conduz corrente elétrica no estado sólido.

Fulereno: foi descoberto em 1984 e tem a forma de uma bola de futebol, tendo 60 ou mais átomos de carbono.


Oxigênio: o elemento do oxigênio (O) forma duas variedades alotrópicas: a mais abundante, o oxigênio comum(O2) e o ozônio(O3)

No oxigênio comum, os átomos unem-se dois a dois, formando moléculas biatômicas.


No ozônio: os átomos unem-se três a três, formando moléculas triatômicas.


Enxofre: forma duas variedades alotrópicas: o enxofre rômbico e o enxofre monoclínico.
As  duas variedades formam moléculas octatômicas S8.


Fósforo: forma diversas variedades alotrópicas, sendo o fósforo branco e o fósforo vermelho as duas mais comuns.



-> fósforo branco.





HISTÓRIA: a alta idade média.



  • O império bizantino.

Na cidade de Constantinopla o império romano do oriente sempre desenvolveu amplo comercio e, por deter uma rica agricultura e obter lucros em suas relações com o Ocidente, foi menos atingido pela crise do escravismo.
Em termos políticos, a autoridade máxima do império Bizantino era o imperador, ao mesmo tempo chefe do exercito e da igreja.
O mais famoso imperador bizantino foi Justiniano, que reconquistou grande parte do império Romano do Ocidente e fez no seu legado a compilação das leis romana desde o século II, uma revisão e atualização do direito romano que serviu de base para os códigos civis de diversas nações da atualidade.
Além disso, Justiniano procedeu a construção da Catedral de Santa Sofia.
No século VI, seguiu-se um longo período de decadência com alguns intervalos de recuperação, culminando na queda definitiva do império Bizantino em 1453, quando os turcos-otomanos tomaram Constantinopla, a partir daí sucederam-se crescentes pressões nas fronteiras orientais desse império. Durante a baixa idade média o Império Bizantino foi alvo da retomada expansionista ocidental. O predomínio econômico das cidades italianas naquele momento de avanço ocidental aumentou o enfraquecimento bizantino. Houve expansão dos turcos tomando os Bálcãs e a Ásia menor acabou reduzindo o império à cidade de Constantinopla.
O cristianismo predominou na parte oriental do império, embora tenha sido desenvolvido de forma peculiar em comparação ao Ocidental. O imperador passou a ser considerado o principal chefe de igreja.
Contudo, apesar de preservarem tradições jurídicas e administrativas romanas, os bizantinos sofreram clara influencia helênica: o grego era a língua popular predominante. Esse desenvolvimento peculiar de Constantinopla levou o cristianismo bizantino a adquirir características próprias como o desprezo por imagens denominadas ícones, que desemborcaria em um movimento de destruição conhecido por iconoclastia.
Esse panorama de tensões e as inevitáveis disputas pelo poder entre o papa e o imperados culminaram na divisão da Igreja em 1054, criando uma cristandade oriental, chefiada pelo imperador, e uma ocidental, sob o comando do papa.




  • Os árabes e o islamismo
No século VI, mais de 300 tribos de origem semita habitavam a região da Península Arábica, essas tribos concentravam principalmente em Meca. A importância de Meca era decorrente de seu valor comercial e religioso, uma vez que lá se encontrava o santuário de Caaba onde havia imagens dos deuses.
Nascido em 570 Maomé passou a pregar uma nova fé depois de anos de meditação. Nos livros sagrados escritos depois da morte do profeta, o islamismo pregava a existência de um deus único, Alá.
Maomé condenava a peregrinação das tribos até Meca para idolatrar os vários deuses. Sentindo-se ameaçados os coraixitas repudiaram a nova religião e expulsaram Maomé e seus seguidores. O profeta conseguiu o apoio dos comerciantes locais e a ajuda dos beduínos como soldados para conquistar Meca. Em pouco tempo, todos os povos árabes da península arábica converteram-se ao islamismo, o que os unificou.
Após a morte de Maomé a expansão religiosa prosseguiu. O império islâmico que se formava lançou-se primeiramente sobre os territórios vizinhos bizantinos e persas. O avanço árabe em direção à Europa Ocidental só foi barrada na batalha de Poitiers, quando os árabes e francos se enfrentaram.
As ações dos povos árabes tiveram conseqüências muito alem do seu próprio império. A expansão pela bacia do mediterrâneo, o controle que obtiveram sobre a região e as constantes incursões realizadas no litoral sul da Europa intensificaram a decadência comercial e a ruralização na Europa Ocidental.

  • Os reinos bárbaros

A queda de Roma em 476, marcou o fim do império romano do ocidente, e inaugurou a idade média. Esse período foi caracterizado pela consolidação do modo feudal de produção em substituição ao escravismo greco-romano.
Desde o século VII foram seguidas pelas invasões dos árabes no sul e no sudoeste, dos vikings no norte e de outros povo vindos de leste. São as invasões e o estado de guerra constante na Europa que nos permitem compreender a estrutura econômica e social do feudalismo. As invasões não só foram responsáveis pela derrubada do império como também pela substituiu a unidade pela diversidade cultural. A fragmentação político-cultural nos antigos domínios romanos acarretou o surgimento de vários reinos bárbaros, alem da substituição do latim por uma mescla com outras línguas.
A ruralização passou a caracterizar a Europa medieval. As cidades vinham sendo abandonadas por causa das invasões e dos saques. A falta de mão-de-obra escrava atraia vastos contingentes de trabalhadores para o campo.
Ao mesmo tempo, ocorria o fortalecimento do cristianismo que, pouco a pouco, se impunha à nova sociedade em formação. Vários reinos bárbaros converteram-se a doutrina.

  • O reino cristão dos francos

O domínio sobre toda a Gália foi possível graças a conversão de Clovis, neto do herói franco Meroveu, ao cristianismo, eu 496. Ele organizou o reino franco e consolidou a dinastia merovingia.
A idéia de estado e bem publico desapareceu com o Império Romano, passando a terra a ser distribuída entre clero e nobreza. A figura do rei tornava-se bastante frágil entre os francos. A pouca autoridade dos reis nesse período valeu-lhes o titulo de “reis-indolentes” que tinham funções de delegados aos major domus. O mais importantes deles foi Carlos Martel, que comandou os francos na batalha de Poitiers, derrotando os árabes e interrompendo sua expansão em direção ao centro do continente. O filho de Carlos Martel, Pepino, depôs o ultimo soberano merovingio. Ele cedeu ao papa grande extensão de terra no centro da Península Itálica.
Carlos Magno, filho de Pepino, assumiu o trono em 768, fundando o império Carolíngio, período de maior poder dos francos na Alta idade média. Além de doar, em troca de lealdade, as terras adquiridas nas guerras de conquistas à nobreza e o clero dividiu o território sob seu controle em condados e marcas.
O titulo de imperador do novo império Romano do Ocidente foi concedido a Carlos Magno pelo papa Leal III no ano de 800. O mandatário da igreja via na ampliação do reino franco uma possibilidade de expansão do cristianismo e o retorno à própria concepção de império, desaparecida desde a queda de Roma e como conseqüência o poder imperial seria o anteparo da igreja. O império Carolíngio não sobreviveu a morte de Carlos Magno em 814. Hordas invasoras levaram ao fim a efêmera unidade territorial desse império.



FEUDALISMO NA EUROPA OCIDENTAL

  • Subordinação e Dominação.

A estrutura econômica, social e política que predominou na Europa ocidental durante a Idade Média, em substituição ao escravismo greco-romano, foi chamado feudalismo e caracterizou o modo de produção do período.
Para o conjunto, do ponto de vista econômico, o sistema feudal era caracterizado por predomínio da produção para consumo local, comercio bastante reduzido ou até mesmo inexistente ou baixa utilização de moedas.  O feudo, unidade de produção agrária, pertencia a uma camada de senhores feudais, que poderiam ser membros do alto clero ou nobres guerreiros.

A área de cada feudo apresentava-se dividida em 3 partes:

- manso senhorial ou domínio: área explorada pelos servos diretamente em beneficio do senhor.
-manso servil: correspondente a terras arrendadas pelos servos para exploração própria.
-manso comum: formado por terras, de uso comum de senhores e camponeses.
O trabalho na sociedade feudal estava fundado na servidão, relação que mantinha os trabalhadores presos à terra e subordinados a uma serie de obrigações em impostos e serviços.
A sociedade feudal baseava-se na existência de dois grupos sociais-senhores e servos- podendo ser caracterizada como estamental.
Os servos deviam uma série de obrigações para os senhores, normalmente conhecidos como impostos feudais:
- CORVEIA: trabalho obrigatório nas terras do senhor executando reparos e construções, alem de plantio, durante os dias da semana. Trabalho gratuito.
- TALHA: porcentagem da produção obtida no trabalho no manso servil. Dar par da produção(3/4) ao Suserano.
- BANALIDADES: imposto, pela utilização de equipamentos pertencentes ao senhor.
- TOSTÃO DE PEDRO: dar 10% da produção feudal para a igreja católica.
Os senhores feudais, por sua vez, ligavam-se ente si, travando relações de suserania e vassalagem. O senhor que doava o feudo tornava-se suserano, comprometendo-se a proteger militarmente o nobre que recebera a terra.
Os diversos reis feudais não se caracterizavam por suas funções políticas e administrativas, mas principalmente um cargo militar.


  • A igreja medieval.

Presentes em todos os níveis de uma sociedade marcada pela religiosidade, os membros da igreja medieval fomentaram valores como a passividade e a subordinação dos homens comuns perante o senhor, tanto espiritual(clérigo), encarregado de proteger as almas, quanto o senhor feudal da terra(nobre) que protegia os corpos.
O poder da igreja , não estava restrito ao plano espiritual, por mais importante que fosse a espiritualidade para a sociedades medievais; o poder da igreja era também temporal. Isso por que ela foi, pouco a pouco, transformando-se na maior proprietária de terras da idade média e construindo fortes vínculos com a estrutura feudal.

PODER TEMPORAL: a igreja tinha forte poder econômico, tinha influencia, 60% das terras eram da igreja. Ela mandava.
PODER ESPIRITUAL: manipulava a população, as idéia, os pensamentos, o comportamento.






beijos, e desculpem os erros :(